Juventude

Na juventude, Paulo Abi-Ackel participou como observador privilegiado de acontecimentos políticos importantes da década de 80, quando, já morando em Brasília, teve a oportunidade de presenciar a atuação de seu pai, Ibrahim Abi-Ackel como ministro da Justiça do Governo do presidente João Figueiredo.

Naquela época, acompanhou de perto a votação da Lei da Anistia, o fim da censura, as Diretas Já e o difícil período de tentativa de desestabilização da abertura democrática. Foi quando começou a dar os primeiros passos na militância política estudantil.

Ao lado de jovens entusiasmados com a política, entre os quais outros filhos de políticos conhecidos, tais como Jutahy Magalhães Filho, Júlio César Redecker, Jessé Freire Filho, Antônio Aureliano Chaves de Mendonça e Murilo Prado Badaró, integrou um grupo que foi recebido pelo presidente Figueiredo em audiência para pedir a realização de Eleições Diretas para presidente da República, em 1985. Formavam a Juventude do PDS, o partido de sustentação ao Governo, na época. Porém, eles tinham posicionamento divergente da direção do partido, que era favorável às eleições indiretas. Sua filiação ao PDS aconteceu logo depois, em 1986.

Direito

Com a formatura em Direito, no ano de 1989, começou a trilhar uma carreira promissora, dirigindo por alguns anos o Escritório Abi-Ackel Advogados Associados e advogando em cerca de 20 mil processos.

Tribunal Regional Eleitoral

Profissional consagrado, Paulo foi escolhido, em 2004, pelo presidente da República para Juiz do Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TER/MG), um dos mais importantes do país. Deixou o TRE para atender ao chamado de sua vocação e ao apelo das maiores lideranças políticas de seu estado.

Candidatura

Em 2006, lançou sua candidatura a deputado federal, quando foi eleito para seu primeiro mandato.