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Paulo Abi-Ackel defende pacto de moderação e reação coordenada ao “tarifaço” dos EUA

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Em fio publicado na rede X, nesta quarta-feira (06/08), o deputado federal Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG) afirmou que “o diálogo supera diferenças” e defendeu um pacto de pacificação, moderação e cooperação entre as instituições. O parlamentar citou marcos políticos ocorridos no Congresso — das Diretas Já à Constituinte de 1988 e ao Plano Real — como exemplos de que equilíbrio entre os Poderes produz segurança jurídica e resultados concretos para o país.

No contexto econômico, Abi-Ackel apontou o início do tarifaço aplicado pelos Estados Unidos e cobrou do país respostas à crise diplomática e medidas de apoio a setores produtivos impactados. Nesta quarta-feira (6), entrou em vigor a tarifa de 50% sobre parte das exportações brasileiras aos EUA, definida por ordem executiva assinada em 30 de julho; menos da metade da pauta ficou isenta ou sob alíquotas menores.

Abi-Ackel vinculou o momento atual à necessidade de despolarizar o debate e recuperar a autoridade da diplomacia, sob pena de ampliar custos para a economia real. Especialistas e veículos internacionais já apontam efeitos no comércio — com destaque para o agronegócio — e volatilidade em mercados de referência. 

Por que o Plenário Ulysses Guimarães simboliza o apelo ao diálogo

O plenário da Câmara — batizado em homenagem ao presidente da Constituinte — foi palco de votações históricas, como a Emenda Dante de Oliveira (Diretas Já), ainda que rejeitada em 1984, e a promulgação da Constituição de 1988, celebrada por Ulysses como a “Constituição Cidadã”. Anos depois, o Congresso também aprovou o Plano Real, que estabilizou a economia em 1994. Esses episódios são citados por historiadores do Legislativo como exemplos de convergência institucional para enfrentar crises. 

O recado do deputado

Para Paulo Abi-Ackel, instituições previsíveis e diplomacia com autoridade são condições para proteger empregos, dar segurança jurídica às famílias e empresas e destravar medidas de apoio aos setores atingidos pelas tarifas. O deputado reforçou que “o povo brasileiro não pode mais ser vítima da polarização” e que o Congresso deve priorizar soluções que aliviem o custo do choque externo.

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