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Em postagem na rede X nesta quinta-feira (28), o deputado federal Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG) avaliou que “o Brasil paga o custo pelas bravatas” na política externa e defendeu diplomacia eficaz, mercado aberto e crédito a quem produz. O comentário ocorre após a escalada que deixou o país sem embaixador brasileiro em Israel e culminou no rebaixamento das relações diplomáticas anunciado por Israel nesta semana.
No fio, o parlamentar lembrou que as relações azedaram desde fevereiro de 2024, quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva comparou a guerra em Gaza ao Holocausto, o que levou Israel a declará-lo persona non grata e precipitou a retirada do embaixador brasileiro. O posto segue chefiado por encarregado de negócios, sem substituto efetivo desde então.
A crise recrudesceu em 26 de agosto de 2025, quando Israel anunciou a redução do nível das relações com o Brasil, após Brasília não aprovar a indicação do novo embaixador israelense. A chancelaria brasileira não nomeia novo chefe de missão em Tel Aviv desde 2024.
Ao comparar a postura brasileira com a europeia, Abi-Ackel apontou que países da União Europeia têm exigido cessar-fogo e ajuda humanitária, sem romper canais diplomáticos. Em 26 de junho, o Conselho Europeu pediu “cessar-fogo imediato” e a libertação de reféns, posição reiterada em declarações posteriores — enquanto governos, como o da Alemanha, rejeitaram suspender o acordo de associação com Israel, evidenciando a opção por pressão diplomática sem corte de relações.
“Sangra o bolso de quem produz… Precisamos de diplomacia eficaz, mercado aberto e crédito para quem gera riqueza. Basta de bravata que custa caro ao Brasil”, escreveu o deputado, ao defender uma atuação que reduza danos econômicos e reconstrua pontes com parceiros estratégicos.
Para Abi-Ackel, a prioridade agora é restabelecer a autoridade da diplomacia brasileira, recuperar interlocução com Israel e blindar os setores produtivos dos efeitos da crise, preservando empregos e competitividade. A avaliação converge com posições que pedem diálogo institucional e previsibilidade na condução da política externa — sem renunciar a princípios humanitários.
O deputado federal Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG) parabenizou o colega Alencar da Silveira Jr. (PDT) pela eleição ao cargo de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE-MG), aprovada em decisão unânime pelo Plenário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). Em publicação nas redes, Abi-Ackel destacou a trajetória conjunta em diversas eleições e desejou “sucesso na missão de fortalecer o controle externo, a transparência e a boa aplicação dos recursos públicos”. A votação ocorreu na quarta-feira, 27 de agosto.
A indicação de Alencar foi aprovada por 65 votos favoráveis e nenhum contrário. O parlamentar era candidato único à vaga e recebeu homenagens em Plenário. A eleição será comunicada ao governador Romeu Zema para a devida nomeação, conforme o rito previsto.
Alencar está em seu oitavo mandato como deputado estadual e exercia a 2ª Secretaria da Mesa Diretora da ALMG. A vaga ao TCE-MG foi aberta com a aposentadoria do conselheiro José Alves Viana. A Corte de Contas mineira é composta por sete conselheiros, dos quais quatro são escolhidos pela ALMG e três pelo governador.
O TCE-MG exerce o controle externo das contas públicas estaduais e municipais, analisando a prestação de contas anual do governador e de prefeitos, além de fiscalizar a execução orçamentária e realizar auditorias. Ao saudar o novo conselheiro, Paulo Abi-Ackel ressaltou a importância do fortalecimento institucional do Tribunal para garantir transparência, segurança jurídica e eficiência no uso do dinheiro público.
O deputado federal Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG) esteve nesta quarta (27) com o ministro do Turismo, Celso Sabino, para apresentar uma carteira de projetos voltados à promoção e estruturação do turismo em Minas Gerais, com foco no Circuito das Águas, tradicional polo de termalismo e bem-estar no Sul do estado. Segundo o parlamentar, a meta é destravar investimentos que gerem emprego e renda nas cidades e aproveitar instrumentos da pasta para acelerar entregas.
O deputado federal Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG) acompanhou, nesta quarta-feira (27), na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara, a pauta que incluiu projeto de sua coautoria autorizando o desconto, opcional e contratual, do aluguel diretamente na folha de pagamento do inquilino. O registro foi feito nas redes do parlamentar nesta terça-feira.
Em linhas gerais, a proposta busca dar segurança jurídica às locações e ampliar o acesso à moradia ao permitir que locador e locatário pactuem, por contrato, a consignação do valor do aluguel — sempre com anuência do trabalhador. A CCJC é responsável por avaliar constitucionalidade, juridicidade, regimentalidade e técnica legislativa dos projetos antes de eles seguirem às etapas seguintes de tramitação.
A ideia de “aluguel consignado” vem sendo debatida no Congresso há mais de uma década. Para Paulo Abi-Ackel, o avanço do tema na CCJC fortalece a segurança jurídica das locações, estimula a formalização e protege a renda familiar, sem retirar liberdade contratual das partes. O texto seguirá o rito regimental da comissão, etapa necessária para que a matéria possa ser apreciada nas fases seguintes da Câmara.
O deputado federal Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG) esteve reunido nesta quarta-feira (27) com o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), em Brasília, para tratar de prioridades do Congresso e de soluções concretas para problemas que afetam a economia e a institucionalidade brasileiras. Pacheco cumpre mandato como senador por Minas e presidiu o Senado entre 2021 e 2025, período em que conduziu votações estruturantes; desde fevereiro, a Casa é presidida por Davi Alcolumbre, eleito para o biênio 2025-2027.
O encontro ocorre na esteira de votações sensíveis e da necessidade de coordenação entre as Casas legislativas. Em 20 de agosto, a Câmara aprovou o PL 2628/2022, que estabelece regras para a proteção de crianças e adolescentes em ambientes digitais; por ter sido alterado, o texto retornou ao Senado para nova deliberação, integrando a lista de temas com impacto direto sobre famílias e plataformas digitais.
O ambiente econômico também exige convergência. Desde 6 de agosto, está em vigor o tarifaço de 50% aplicado pelos Estados Unidos sobre parte das exportações brasileiras — medida que elevou a incerteza para setores produtivos e intensificou a agenda de diplomacia econômica do país. Relatos oficiais apontam que cerca de 35,9% das vendas brasileiras aos EUA, em valor, passaram a enfrentar a sobretaxa.
No campo federativo, segue em debate a implementação do Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag), instituído por lei complementar no início do ano e alvo de normas complementares e medidas provisórias; parte da regulamentação provisória perdeu a vigência em 22 de agosto, o que recolocou o tema na mesa de negociações entre Executivo e Legislativo.
Após a reunião, Paulo Abi-Ackel destacou que o diálogo com Pacheco integra um esforço de harmonização de agendas entre Câmara e Senado, com foco em previsibilidade regulatória, segurança jurídica e proteção do emprego e da renda. “Seguimos trabalhando por saídas maduras e constitucionais para os desafios do país, com articulação responsável entre as instituições”, afirmou o deputado.
O deputado federal Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG) participou, nesta terça (26), de reunião na Câmara dos Deputados com o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), o deputado Júlio Lopes (PP-RJ) e o empresário Daniel B. Katz, em agenda voltada a diálogo institucional e pautas de interesse do setor produtivo. O encontro, registrado nas redes do parlamentar, integrou a rodada de conversas que Abi-Ackel vem mantendo em Brasília para alinhar prioridades do Legislativo com demandas econômicas e federativas.
Hugo Motta foi eleito presidente da Câmara para o biênio 2025-2027 em 1º de fevereiro, conduzindo a pauta do Plenário e as negociações entre as bancadas na atual legislatura. Já Júlio Lopes cumpre mandato como deputado federal pelo Rio de Janeiro e atua em temas de inovação e competitividade; ele preside a Frente Parlamentar Mista em Defesa da Propriedade Intelectual e de Combate à Pirataria (FPI).
Participou também o empresário Daniel B. Katz, CEO do Grupo Katz, companhia com operações em construção de alto padrão e soluções tecnológicas associadas ao setor, com base em Minas Gerais e presença em outros mercados.
Ao final do encontro, a avaliação comum foi a de que cooperação entre Poderes e interlocução com o setor privado são essenciais para destravar investimentos, ampliar a segurança jurídica e acelerar entregas que impactam diretamente a vida da população, diretrizes que seguem orientando a agenda do mandato.
O deputado federal Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG) foi escolhido pelo júri técnico do Prêmio Congresso em Foco 2025 como um dos três vencedores da categoria Acesso à Justiça, anunciada na noite desta quarta-feira (20), no Teatro Nacional Cláudio Santoro – Sala Martins Pena, em Brasília. Também foram reconhecidos o deputado Lafayette de Andrada (Republicanos-MG) e o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG).
A categoria destaca parlamentares que ampliam o acesso da população ao sistema de Justiça e aprimoram mecanismos de resolução de conflitos. A escolha é feita por um júri plural — com representantes da academia, do setor empresarial, dos trabalhadores, do terceiro setor e do próprio Congresso em Foco — e integra o conjunto de categorias temáticas previstas no regulamento oficial da premiação.
“Foi com grande honra que recebi o reconhecimento do júri técnico do Prêmio Congresso em Foco 2025, na categoria Acesso à Justiça. É um importante incentivo para seguir trabalhando por um sistema mais acessível, eficiente e próximo do cidadão, garantindo direitos e segurança jurídica a todos os brasileiros. Ser escolhido ao lado do senador Rodrigo Pacheco e do deputado Lafayette Andrada reforça meu compromisso com a defesa do Estado de Direito e com a modernização das leis no Brasil”, afirmou Paulo Abi-Ackel.
Segundo o regulamento, o Prêmio Congresso em Foco busca valorizar a atuação parlamentar de excelência, estimular o controle social do Legislativo e fortalecer a democracia.
Ao agradecer a distinção, Paulo Abi-Ackel ressaltou que sua atuação “tem sido guiada pela defesa do Estado de Direito e pela modernização das leis”, com foco em segurança jurídica, eficiência institucional e proximidade do sistema de Justiça ao cidadão — princípios que nortearam os trabalhos reconhecidos pelo júri técnico neste ano.
Sobre o Prêmio — Criado para reconhecer os parlamentares que mais se destacam no exercício do mandato, o Prêmio Congresso em Foco combina avaliação de júri técnico, votações populares e voto de jornalistas especializados, com regras de elegibilidade e auditoria externa.
O deputado federal Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG) participou, na noite desta segunda-feira (18), do lançamento de “Geraes, Arte Barroca em Minas”, obra do prefeito de Ouro Preto e membro da Academia Mineira de Letras, Ângelo Oswaldo, publicada pela Relicário Edições. O evento ocorreu na sede da Academia Mineira de Letras (AML), em Belo Horizonte, e reuniu leitores, pesquisadores e gestores culturais.
A publicação reúne 17 ensaios escritos ao longo de quatro décadas sobre patrimônio, arte sacra e a tradição barroca mineira.
“Sua obra é uma homenagem à nossa história, cultura e identidade mineira, um tributo às raízes que nos inspiram. Foi uma noite de partilha, conhecimento e valorização do que nos une como povo”, afirmou Paulo Abi-Ackel após a sessão de autógrafos.
“Geraes, Arte Barroca em Minas” consolida, pela primeira vez, a produção ensaística de Ângelo Oswaldo sobre o barroco mineiro, abordando desde a recepção moderna dessa estética até os desafios contemporâneos da preservação, com especial atenção ao legado de Aleijadinho e à contribuição da cultura africana na formação do repertório artístico de Minas.
Em publicação na rede X nesta segunda-feira (25), o deputado federal Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG) questionou a resistência de aliados do governo à convocação de José Ferreira da Silva (Frei Chico) — irmão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva — para depor na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito do INSS (CPMI do INSS), que apura fraudes e descontos irregulares em benefícios de aposentados e pensionistas. No post, o parlamentar escreveu: “Quem não deve não teme. O que Lula teme tanto no depoimento do irmão, Frei Chico, na CPMI do INSS? Articular contra a convocação é ignorar o prejuízo que atingiu milhões de aposentados. É nesses momentos que vemos quem está ao lado da verdade e quem defende interesses pessoais.”
Instalada em 20 de agosto, a CPMI foi criada para investigar fraudes no INSS, com foco em descontos indevidos que afetaram beneficiários em todo o país. A agenda desta semana inclui a votação de convocações de ex-ministros da Previdência e ex-presidentes do INSS.
Reportagens apontam que integrantes da base governista atuam para barrar a convocação de Frei Chico, que é vice-presidente do Sindnapi (Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos). A entidade é citada em pedidos de investigação relacionados a descontos em benefícios.
Para Paulo Abi-Ackel, ouvir todas as partes é indispensável para dar transparência ao trabalho da CPMI e defender os aposentados e pensionistas afetados pelos descontos. “A verdade precisa prevalecer e o Parlamento tem o dever de investigar com independência, sem blindagens”, afirmou o deputado.
Próximos passos — A CPMI volta a se reunir nesta semana para deliberações sobre convocações e quebras de sigilo, etapa que deve orientar o cronograma de depoimentos nas próximas sessões.
O deputado federal Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG) participou, nesta sexta (22), de um encontro com o ex-governador e deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG) e com o presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, Tadeu Martins Leite (MDB), o Tadeuzinho, para discutir desafios e caminhos para o desenvolvimento do Estado, em uma agenda pautada pelo diálogo e pela convergência. O encontro foi registrado nas redes do parlamentar e de Aécio Neves. “Muito diálogo e união em torno dos desafios e caminhos para o futuro de Minas Gerais e da boa política”, resumiu Paulo Abi-Ackel após a reunião.
