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Deputado Paulo Abi-Ackel

Deputado Paulo Abi-Ackel

Em publicação na rede X, nesta quinta-feira (31/07), o deputado federal Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG) criticou os “extremos” e defendeu diplomacia eficaz, abertura de mercados e crédito para proteger quem produz em Minas. O parlamentar reagiu ao pacote de tarifas de 50% aplicado pelos Estados Unidos a parte das importações brasileiras, medida que, segundo ele, “joga café, carne e empregos mineiros no fogo do tarifaço” e impõe custos à economia real.

Analistas projetam pressão sobre cadeias sensíveis como o café, com efeitos de preço dentro e fora do Brasil. Relatos de mercado apontam que a tarifa tende a deslocar compras e encarecer blends nos EUA, enquanto produtores brasileiros buscam redirecionar vendas. No Brasil, a indústria já alerta para alta de custos com a disparada do arábica em Nova York.

O sinal de alerta é especialmente relevante para Minas Gerais, que responde por mais da metade da produção nacional de café e tem o produto como locomotiva das exportações do agro mineiro (56% da receita no 1º semestre de 2025). Ou seja, qualquer fricção comercial atinge diretamente o estado em renda, emprego e arrecadação. 

O conjunto de medidas eleva a incerteza para exportadores brasileiros e exige coordenação entre governo e setor privado para mitigar perdas — inclusive com apoio emergencial a linhas afetadas e estratégias de diversificação de mercados.

“Sangra o bolso de quem produz. Extremos ajoelhados a Washington ou gritando contra os EUA jogam café, carne e empregos mineiros no fogo do tarifaço. Precisamos de diplomacia eficaz, mercado aberto e crédito para quem gera riqueza. Basta de bravata que custa caro ao Brasil”, escreveu Paulo Abi-Ackel.

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A Câmara dos Deputados aprovou, em 10 de junho, o Projeto de Lei 1663/2023, que moderniza a CLT e, por meio de emenda destacada, cria o direito de o trabalhador cancelar digitalmente qualquer desconto sindical — inclusive a chamada contribuição assistencial — por e-mail, pelo Gov.br ou por aplicativos de autenticação. A emenda passou por 318 votos a 116 e agora segue para análise do Senado.

“Liberdade de escolha, transparência e controle digital: é assim que protegemos o bolso do trabalhador e fortalecemos a justiça nas relações de trabalho”, afirmou o deputado federal Paulo Abi-Ackel, em suas redes sociais ao anunciar o voto favorável, lembrando que o mecanismo dispensa a visita presencial ao sindicato. 

Abi-Ackel sustenta que a medida fecha brechas exploradas por golpistas que, segundo a Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União, desviaram R$ 6,3 bilhões de aposentadorias entre 2019 e 2024 por meio de mensalidades associativas jamais autorizadas, alvos da Operação “Sem Desconto”. O esquema resultou no afastamento do então presidente do INSS e na expedição de 211 mandados judiciais em 15 estados.

Caso o projeto seja confirmado pelos senadores e sancionado, sindicatos deverão atualizar seus sistemas em até 180 dias. Para Abi-Ackel, a regra “coloca o Brasil no século XXI” e reforça a pauta de digitalização defendida pelo PSDB: “Dar autonomia ao cidadão é o melhor antídoto contra a corrupção e contra o bolso furado do Estado”.

A matéria agora aguarda inclusão na pauta do Senado. Enquanto isso, o deputado promete continuar trabalhando para que o direito ao cancelamento facilitado chegue rapidamente aos aposentados.

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Na quarta-feira (11), o deputado federal Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG) foi o entrevistado do jornalista Marco Soalheiro no programa Mundo Político, da TV Assembleia de Minas Gerais (TV ALMG). A conversa de 30 minutos girou em torno da incorporação das movimentações partidárias do PSDB, das perspectivas eleitorais para 2026 e do espaço do centro democrático na política brasileira.

“Trinta siglas para dizer a mesma coisa”

Durante a entrevista, Abi-Ackel classificou o sistema partidário como “anômalo”: “Não consigo conceber um país com 30 legendas, muitas ocupando o mesmo espectro ideológico. O centro não pode ter 20 partidos”, argumentou.

Segundo o deputado, a possibilidade de incorporação do Podemos pelo PSDB ou da federação com este e outros partidos do centro democrático, aprovada por 98% dos tucanos em 5 de junho, é passo decisivo para “oferecer ao eleitor algo além da pobreza do debate atual”. Se a junção for ratificada pelo Podemos e pelo TSE, a nova sigla somará 7 senadores, 28 deputados federais e R$ 90 mi de fundo partidário em 2025, tornando-se a sétima maior bancada da Câmara.

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Na véspera dos 113 anos de emancipação do município, a Câmara Municipal de Maria da Fé realizou, na sexta-feira (30), uma Sessão Solene que concedeu o Título de Cidadão Honorário ao deputado federal Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG). A honraria foi proposta pela Mesa Diretora da Casa, presidida pela vereadora Ana Paula Torres Santos (PDT), e celebra a parceria do parlamentar com a cidade serrana da Mantiqueira.

Cerimônia marcada pelo agradecimento e pelo municipalismo

Em seu pronunciamento, Abi-Ackel chamou a homenagem de “noite de glória” e disse que a placa ocupará “um lugar muito especial” em seu gabinete, servindo de inspiração para seguir “na luta difícil — mas nobre — de fazer política correta, honesta e voltada ao bem das pessoas”. O deputado também elogiou a organização legislativa local e ressaltou a “qualidade e hospitalidade” do povo mariense, reiterando seu compromisso municipalista.

Maria da Fé: “Cidade das Oliveiras” e clima de montanha

Com pouco mais de 14 mil habitantes, Maria da Fé é conhecida como a cidade mais fria de Minas Gerais e pioneira nacional na produção de azeite extravirgem. Reconhecida oficialmente como estância climática em 2005, a localidade se reinventou após o declínio da bataticultura, apostando no turismo e no cultivo de oliveiras — atividades que hoje sustentam boa parte da economia municipal.

Autoridades presentes

A solenidade contou com a presença do prefeito Adilson dos Santos (PSDB), do vice-prefeito Valdecir “Boy” da Silva (União), vereadores marienses, representantes de cidades vizinhas e familiares dos homenageados.

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O deputado federal Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG) apoiou, no Plenário da Câmara, o Projeto de Lei 1466/2025, do Poder Executivo, que reformula estruturas de carreiras do Poder Executivo federal, atrela progressão funcional ao desempenho e transforma cargos obsoletos, em busca de mais produtividade e qualidade no atendimento ao cidadão. O texto foi aprovado pelo Parlamento e segue, agora, para deliberação do Senado.

“Um Estado moderno precisa de carreiras enxutas, regras claras de mérito e eficiência no uso dos recursos públicos. O projeto simplifica estruturas, fortalece áreas estratégicas e garante serviços de qualidade para quem mais importa: o cidadão”, afirmou o parlamentar mineiro.

Benefícios para o cidadão

  • Agilidade nas entregas públicas — estruturas mais leves e servidores avaliados por metas tendem a reduzir prazos de resposta.
  • Transparência — unificação de gratificações e critérios de progressão facilita o controle social sobre a folha.
  • Qualidade técnica — novas carreiras nacionais concentram especialistas em políticas sociais, econômicas, de justiça e fiscalização do mercado de capitais.

Próximos passos

O projeto segue para análise do Senado Federal. Caso seja aprovado sem alterações, vai à sanção presidencial; se sofrer mudanças, retorna à Câmara. Paulo Abi-Ackel acompanhará a tramitação para “garantir que o texto mantenha o foco em meritocracia, produtividade e responsabilidade fiscal”.

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O deputado federal Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG) manifestou profundo pesar pela morte do fotógrafo Sebastião Salgado, ocorrida em 23 de maio, em Paris, aos 81 anos. Nascido em Aimorés, Minas Gerais, Salgado tornou-se um dos maiores nomes da fotografia documental mundial, conhecido por suas séries Workers, Êxodos, Gênesis e Amazônia

“Salgado levou a força do trabalhador brasileiro e a beleza da nossa biodiversidade aos quatro cantos do planeta. Seu olhar, em preto e branco, revela a dignidade de quem constrói o futuro com as próprias mãos. Minas e o Brasil perdem um gênio, mas sua obra segue viva como testemunho de humanidade e esperança”, declarou o parlamentar.

Um mineiro que conquistou o mundo

Formado em Economia, Salgado trocou os relatórios pelo fotojornalismo na década de 1970 e percorreu mais de 120 países registrando migrações, trabalho e questões ambientais. Recebeu prêmios como o W. Eugene Smith Grant, a Centenary Medal da Royal Photographic Society e o Praemium Imperiale. 

Ao lado da esposa, Lélia Wanick Salgado, criou o Instituto Terra, que já reflorestou mais de 600 hectares da Mata Atlântica no Vale do Rio Doce, promovendo educação ambiental e pesquisa científica. 

Paulo Abi-Ackel expressa solidariedade à família de Sebastião Salgado, aos amigos e à comunidade artística. O deputado ressalta que o legado do conterrâneo “continuará inspirando gerações de brasileiros a valorizar o trabalho humano, a preservar o meio ambiente e a acreditar na força da arte como instrumento de transformação social”.

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O deputado federal Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG) criticou, nessa terça-feira (27), a missão oficial do governador de Minas Gerais, Romeu Zema, a El Salvador — país onde o presidente Nayib Bukele mantém, há mais de dois anos, um regime de exceção que já levou mais de 80 mil pessoas à prisão, muitas delas sem julgamento.

“Não se combate o crime trocando garantias constitucionais por prisões em massa. Minas já tem os melhores índices de segurança do Brasil sem recorrer a violações de direitos. Buscar ‘inspiração’ onde há denúncias de tortura, espionagem contra jornalistas e audiências coletivas de 900 réus é um desserviço à democracia brasileira”, afirmou o parlamentar.

O que Zema foi fazer em San Salvador

Em agenda de três dias, o governador declarou que pretende “ver qual é a receita que funcionou tão bem” no combate às gangues salvadorenhas, acompanhado do secretário mineiro de Segurança Pública.

Abi-Ackel considera a visita “um endosso perigoso” a práticas que ferem tratados internacionais dos quais o Brasil é signatário:

  • Prisões sem garantia de defesa violam o artigo 9 do Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos;
  • Tortura e maus-tratos contrariam a Convenção Interamericana para Prevenir e Punir a Tortura;
  • Espionagem de imprensa afronta a liberdade de expressão prevista na Convenção Americana de Direitos Humanos.

“Não faltam bons exemplos no próprio Brasil — Minas incluída — de políticas integradas e baseadas em inteligência. O caminho é fortalecer instituições, não celebrá-las em guerra permanente contra a lei”, conclui Abi-Ackel.

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O deputado federal Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG) criticou publicamente o Decreto n.º 12.466/2025 — em vigor desde 23 de maio — que eleva diversas alíquotas do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). A mudança mais drástica recai sobre operações de câmbio destinadas a viagens, compras de moeda em espécie e remessas pessoais ao exterior: a taxa subiu de 1,10% para 3,5%, um salto de 218%.

“Um governo que fala em desenvolvimento não pode castigar o bolso de quem produz, estuda ou empreende fora do país. Mais que triplicar o IOF de 1,1% para 3,5% é confisco disfarçado — encarece o crédito, encurta o horizonte do investimento e esfria o turismo”, afirmou o parlamentar mineiro.

Principais pontos do decreto

 

Modalidade

Alíquota anterior

Nova alíquota

Variação

Compra de moeda estrangeira em espécie

1,10%

3,5%

↑ 218%

Remessas para conta própria no exterior

1,10%

3,5%

↑ 218%

Cartão de crédito/débito internacional

6,38% (IOF total)¹

≈ 8,78%

↑ 2,4 p.p.

Crédito empresarial (alíquota máxima anual)

1,88%

3,95%

↑ 110%

¹Alíquota anterior de 6,38% correspondia a 4,38% de IOF + 2% de spread do cartão; com o novo decreto, a parcela de IOF sobe para 3,5%.

Impacto para Minas Gerais

Minas Gerais abriga mais de 500 mil micro e pequenas empresas que utilizam linhas de crédito rotativo e capital de giro; o novo teto de 3,95% ao ano duplica o custo dessas operações. Além disso, estudantes mineiros e profissionais que recebem bolsas ou pagamentos do exterior passam a pagar 3,5% em cada remessa, pressionando orçamentos familiares.

“Empreendedor mineiro opera com margens apertadas; somar mais 2 pontos percentuais de imposto ao financiamento é o caminho inverso ao que o Brasil precisa para crescer”, ressalta Abi-Ackel.

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A Câmara dos Deputados aprovou, em votação simbólica na última segunda-feira (26), o Projeto de Lei 9263/2017, que cria a Política Nacional de Juventude e Sucessão Rural — marco legal que integra crédito, assistência técnica, educação e participação social para manter os jovens entre 15 e 29 anos no campo. A matéria segue para análise do Senado.

“Segurar a juventude na terra é estratégico para a segurança alimentar do Brasil e vital para Minas, líder em agricultura familiar. O texto reúne as ferramentas certas – crédito, qualificação e mercado – para transformar vontade em oportunidade,” afirmou o deputado federal Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG), que votou favoravelmente à proposta.

Principais pontos do projeto

  • Acesso facilitado ao crédito rural por meio de linhas específicas do Pronaf.
  • Assistência técnica continuada, com parcerias entre Embrapa, universidades e Sistema S.
  • Educação contextualizada – fortalecimento da pedagogia da alternância e ampliação da conectividade nas escolas do campo.
  • Mercado garantido: jovens agricultores tornam-se público prioritário no PNAE e no PAA. 

Impacto para Minas Gerais

Minas Gerais possui mais de 500 mil estabelecimentos da agricultura familiar e registra êxodo crescente de mão de obra jovem. Para Abi-Ackel, a nova política “dá lastro financeiro e técnico” para que jovens produtores modernizem suas atividades, diversifiquem renda com turismo rural e cooperativismo e, assim, sustentem as economias dos pequenos municípios.

Próximos passos

O PL 9263/2017 será agora analisado pelo Senado Federal. Caso aprovado sem alterações, seguirá para sanção presidencial; caso contrário, retornará à Câmara. Abi-Ackel assegurou acompanhamento próximo da tramitação.

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O deputado federal Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG), participou, nesta sexta-feira (26/4), da inauguração da nova Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital São Vicente de Paulo (HSVP), em Itabirito. A cerimônia contou também com a presença do prefeito Orlando Caldeira, do vice-prefeito Elio da Mata, do presidente da Câmara Municipal, vereador Anderson do Sou Notícia, de secretários municipais e de outras autoridades locais.

Paulo Abi-Ackel tem compromisso contínuo com a melhoria do atendimento de saúde em Itabirito, tendo destinado cerca de R$ 2,5 milhões em emendas parlamentares ao hospital - quase um terço dos R$ 10 milhões necessários para realização da obra da nova UTI.

Em pronunciamento durante o evento, o deputado federal elogiou a gestão do prefeito Orlando Caldeira e enfatizou a importância da sua liderança à frente da Prefeitura Municipal. “A inauguração da UTI é resultado de uma gestão competente, de um prefeito que sabe administrar a cidade, que sabe comandar a sua equipe, que é honesto, batalhador e corajoso para enfrentar os problemas”, afirmou.

“Eu acompanhei a construção dessa Unidade de Terapia Intensiva desde o primeiro minuto, quando Orlando me disse do seu desejo e do desejo da população de enfrentarmos esse desafio. Vontade todo mundo tem. Todo mundo tem desejo de fazer o bem. Mas há uma diferença monumental entre aquele que fica torcendo, poeticamente, com o acontecimento, que vai demorar a chegar, e aquele que pega para fazer e corre atrás das condições”, acrescentou Abi-Ackel.

Na oportunidade, o parlamentar ainda lembrou da necessidade de seguir buscando investimentos para a manutenção da UTI. “Os esforços não acabaram. Nós teremos que continuar alimentando com recursos, ano após ano. E mais do que isso, prevendo sempre a ampliação da capacidade dos leitos da UTI”, ressaltou.

A nova UTI atende a uma demanda histórica da população itabiritense, que até o momento não contava com leitos de terapia intensiva e precisava encaminhar os casos de alta complexidade para hospitais em outras cidades. Com a inauguração, o HSVP está pronto para se tornar referência no atendimento de pacientes em estado grave na região.

Fundado em 1937, o Hospital São Vicente de Paulo é gerido por meio de uma parceria entre a Prefeitura de Itabirito e a Sociedade Beneficente São Camilo, entidade privada e filantrópica. O HSVP destina 60% dos leitos ao Sistema Único de Saúde (SUS), demonstrando o impacto positivo que a nova UTI terá na assistência pública da região.

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